
por vezes experimento a doce sensação da queda, que me ensina a levantar.
Entre tombo e caminhada, aprendo a valorizar cada instante de equilibrio
e o inesperado encontro do chão se torna a cada dia mais familiar.
Entre um tombo e outro insisto em caminhar,
sigo em frente sem com a chegada me preocupar,
ou mesmo se vou desequilibrar,
por intuição libero minha alma pra amar.